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1 - Perdi o Emprego. E Agora, Quem Paga o Consignado?
O vídeo discute o dilema de quem tem crédito consignado e perde o emprego, abordando as consequências de não ter mais salário para honrar as parcelas e as opções limitadas que surgem. O apresentador explica que, sem o vínculo empregatício, a taxa de juros do crédito pessoal pode ser duas ou três vezes maior que a do consignado, tornando o novo financiamento inviável. Também alerta para o risco de usar o fundo de garantia e a multa de 40% para reduzir a taxa, o que pode comprometer recursos que deveriam proteger o trabalhador na rescisão. Além disso, destaca que a maioria dos brasileiros já está financeiramente desequilibrada, com dívidas em cheque especial e cartão de crédito, e que a falta de renda impede a renegociação com o banco. Por fim, recomenda cautela ao contratar consignado, avaliando a real necessidade e os impactos nas verbas indenizatórias e no fundo de garantia.
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2 - Consignado: Solução ou Armadilha?
O vídeo fala sobre os riscos e cuidados ao contratar crédito consignado, especialmente em períodos de crise. O apresentador explica que milhões de brasileiros, como servidores públicos, aposentados e trabalhadores CLT, utilizam esse tipo de empréstimo para quitar cheque especial, cartões de crédito ou financiar despesas, mas alerta que, se a prestação consumir até 30% da renda – por exemplo, R$ 900 de uma renda líquida de R$ 3 mil – o saldo disponível cai para R$ 2 mil e 100, comprometendo o padrão de vida. Ele demonstra como reduções de salário ou benefício, de 25% a 70%, exigem renegociação da parcela, pedindo redução e alongamento do prazo para evitar a quebra financeira. O conselho final é buscar apoio da empresa ou instituição financeira para ajustar o consignado e prevenir dificuldades financeiras graves.
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2 - Consignado: Solução ou Armadilha?
O vídeo fala sobre os riscos e cuidados ao contratar crédito consignado, especialmente em períodos de crise. O apresentador explica que milhões de brasileiros, como servidores públicos, aposentados e trabalhadores CLT, utilizam esse tipo de empréstimo para quitar cheque especial, cartões de crédito ou financiar despesas, mas alerta que, se a prestação consumir até 30% da renda – por exemplo, R$ 900 de uma renda líquida de R$ 3 mil – o saldo disponível cai para R$ 2 mil e 100, comprometendo o padrão de vida. Ele demonstra como reduções de salário ou benefício, de 25% a 70%, exigem renegociação da parcela, pedindo redução e alongamento do prazo para evitar a quebra financeira. O conselho final é buscar apoio da empresa ou instituição financeira para ajustar o consignado e prevenir dificuldades financeiras graves.
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4 - Seu Futuro Pode Virar Garantia da Sua Dívida
O vídeo discute os riscos que a Lei 14.652 traz para a previdência privada ao permitir que recursos acumulados sejam usados como garantia de empréstimos com juros baixos, como 1,5% a 2% ao mês. O apresentador alerta que, se o contribuinte deixar de pagar as prestações, pode perder o dinheiro que guardou com grande sacrifício, comprometendo sua aposentadoria sustentável e até o benefício de um seguro de vida da família. Ele recomenda cautela ao aceitar ofertas de juros menores, analisar a causa do desequilíbrio entre ganhos e gastos, reduzir custos de vida e envolver a família na educação financeira, em vez de recorrer a empréstimos de terceiros que podem gerar uma bola de neve de endividamento. O antídoto, segundo o palestrante, é buscar equilíbrio financeiro e combater a causa do problema, não apenas seus efeitos.
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5 - O Consignado Está nas Suas Mãos
O vídeo discute o crédito consignado e como a Confirpe, empresa de contabilidade com mais de 1.500 clientes e 370 funcionários, processa folhas de pagamento e gerencia empréstimos consignados. O apresentador, Daniel Santos, conta sua trajetória de 30 anos na Confirpe, desde aprendiz de 16 anos até gerente, e explica como a empresa evoluiu de autonomia na oferta de consignados para o modelo atual de leilão aberto via carteira de trabalho digital, onde o trabalhador simula e escolhe a melhor taxa. Ele detalha o processo de notificação no DET, cálculo da remuneração disponível, limite de 35% para desconto, e a necessidade de separar guias de FGTS e pagamento do consignado. O vídeo também aborda desafios em rescisões, férias, adiantamentos salariais e a importância da educação financeira para evitar endividamento.